quarta-feira, 28 de julho de 2010

Propaganda bem bolada.


Saca só a propaganda da linha de canetas extrafina da Pilot.

Ficou animal esses Legos todos tatuados. Fico pensando na minha mãe comprando isso de Natal pra mim! =P




segunda-feira, 26 de julho de 2010

Amigos se faz na infância? Pode parecer desnecessário, mas, os amigos a quem me refiro são os AMIGOS mesmo, com todas as letras maiúsculas. Aquela pessoa que estão ali todo o momento. Aquela velha história do poucos e bons.

Não há duvidas que a maioria das nossas amizades e as mais duradouras são feitas quando ainda somos crianças, e claro, se mantêm se as distancias físicas e de estilos de vidas não as separarem definitivamente.

Ainda criança fiz poucos amigos, mas que considero meus irmãos até hoje e acho que isso não mudará nunca. São pessoas que eu considero muito e faço o impossível para que possam estar bem. Artes, travessuras, inúmeras noites sentados na calçada a fio, risadas e conversas.

Como não deve ser diferente da maioria das pessoas, na minha adolescência também fiz alguns amigos, que considero meus irmãos. - Perceberam que chamo de irmãos as pessoas que eu confio? – E o circulo só foi aumentando. Afinidades e comportamentos semelhantes. Companheirismo e cumplicidade.

Tenho amigos na internet, conheci muitas pessoas através da rede. Algumas tive a felicidade de conhecer pessoalmente outras ainda não. Se bem que eu acho que a amiga mesmo, só tem uma e não conheço pessoalmente. Uma sensação estranha, pois parece que sempre esteve presente no meu dia, mas nunca a vi. Mesmo assim a amo, e me pergunto se sempre vai ser assim. Apenas por palavras, mensagens. Msn, facebook, Orkut, Twitter.

Digitando essas palavras acho que fica parcialmente respondida a pergunta. Amigos não são apenas na infância. Acho que essas pessoas especiais surgem nas nossas vidas, nos momentos certos e permanecem nela pra sempre, mesmo com menor intensidade de contatos. Posso sentir na pele todos os dias isso, ficando um período em cada lugar vejo que sempre tem espaços para mais um. Não que seja fácil encontrar pessoas boas em cada esquina, acho que nesse ponto eu tive sorte. Alguém lá em cima deve gostar de mim por que sou cercado de pessoas maravilhosas que têm meu respeito, admiração, carinho ou simplesmente meu apoio em tudo.

Salute!

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Subjetividades da vida

Estou cada vez mais convencido que tenho dificuldades em lidar com as subjetividades da vida, suas ironias e vertentes. Gosto de coisas práticas, objetivas e diretas. Quantas, inúmeras chances e oportunidades eu devo ter desperdiçado por não compreender de forma alguma as sutilezas da vida.

E por que as coisas não podem ser simples e diretas? Por que os sentimentos têm que ser complexos, complicados, com peças miúdas e manual e instruções em mandarim coloquial?

Será que eu apenas complico as coisas e vivo procurando minúcias nas entrelinhas e não presto atenção onde realmente é importante? Será apenas insegurança pura e concentrada em doses cavalares? Mas, por que não consigo simplesmente entender as coisas como são?

Não consigo mensurar quanto facilitaria se tudo fosse mais direto, se não deixasse dúvidas ou incertezas. Se numa tarde, dessas comuns e sem pressa, parar, pensar e decidir. Sem dúvidas de ambas as partes, preto no branco, cada ponto em cada i, cada um no seu quadrado, ou no caso, cada dois no mesmo quadrado.

Mas infelizmente não é assim, ao menos, não pra mim. Vejo inúmeras voltas, alternativas, caminhos. Será que isso é isso mesmo? Será que o que sinto é verdadeiro e merece ser ouvido, merece ser levado adiante? Não quero magoar ninguém, não quero me magoar. Então penso, logo desisto. Por enquanto é mais fácil fingir que não houve nada. Que não tem envolvimento, simples assim, um dia de cada vez. Dessa maneira, simples e direta.